16.10.08

G A U D I


Gaudi, de seu nome completo Antoni Gaudi i Cornet, nasceu em Reus-Tarragona- Espanha em 25 de Junho de 1852, sendo considerado como o último arquitecto artesão, deixando a sua marca pessoal em edifícios,parques e vivendas de Barcelona. Rompendo com a arquitectura do passado e utilizando arabescos e formas que imitam a natureza, criou aspectos inovadores na linha do que em Espanha se chamou modernismo, na Alemanha jugendstil, na Inglaterra liberty e em França art nouveau .Desenhou também vitrais, pórticos , móveis e decorou interiores para as novas casas com a sua marca arquitectónica. O parque e o Palácio Guell, as casas Milá, Batlló e Vicens bem como o templo da Sagrada Família são algumas das suas criações mais emblemáticas. O Parque Guell é um dos espaços mais originais da cidade de Barcelona. Inspirado nas cidades- jardim britânicas. o conde Guell encarregou Gaudi da construção de uma cidade residencial numa das suas propriedades situada na então periferia de Barcelona. As obras iniciaram-se em 1901 mas ,em 1914, apenas se tinham vendido três das sessenta casas até então construídas. Este facto devia-se aos barceloneses não estarem preparados para uma tal arquitectura de espaços ,cores, luz e formas em consonância coma natureza e, por isso, a obra ficou muito aquém do projecto inicial.
O parque , de 15 hectares, está rodeado por um muro , tendo uma entrada com dois pavilhões revestidos a peças de cerâmica sempre fragmentada e rematados por uma bela torre,como se pode observar na imagem seguinte. Entra-se nos jardins por uma escada de dupla rampa, onde se destacam um dragão mitológico, a cabeça de uma serpente e o escudo da catalunha, tudo revestido em mosaico fragmentado colorido de belo efeito decorativo.Pela boca do dragão jorra água , pois é uma fonte decorativa.

Dentro dos jardins observamos a sala das cem colunas, um enorme espaço destinado a ser mercado , tendo por cima uma praça miradouro com um enorme , contínuo e ondulante banco de jardim que contorna a referida praça miradouro. Todo o encosto do banco é decorado com mosaicos policromados.

Por todo o lado arcadas,cujas colunas de suporte imitam os rugosos troncos de árvores em sua irregularidade ,misturando-se com a vegetação natural como se pode ver nas fotos que se seguem.Actualmente nestes locais há músicos ambulantes ou pintores e outros artistas plásticos.

Uma das primeiras obras de Gaudi foi o palácio Guell em que pôs toda a sua ênfase no interior, transformando o salão central da casa no seu eixo principal .Concebeu o salão como um zimbório que atravessa todos os pisos do palácio e termina numa cúpula de inspiração bizantina , por onde a luz é filtrada realçando a decoração interior.



A casa Melá (foto que apresentámos em primeiro lugar), popularmente conhecida como La Pedrera foi a sua última grande obra. Edifício de cinco andares é talvez o mais genial trabalho iniciado em 1906 e terminado em 1910. Outra das obras emblemáticas que Gaudi deixou inacabada é o templo da Sagrada Família cujos trabalhos de conclusão ainda estão em curso, baseados em poucos desenhos e esboços que o genial arquitecto deixou, após a sua morte. Gaudi que faleceu em 1926, é conhecido por fazer um uso intensivo do arco parabólico catenário uma das formas mais comuns na Natureza. Nos seus últimos doze anos de vida devotou-se á religião católica daí a construção da Sagrada Família como acto expiatório das posíções críticas assumidas contra a Igreja na sua juventude. Estes e outros legados de Gaudi são visitados por milhares de turistas que anualmente percorrem Barcelona.

15.10.08

ANTI-OXIDANTES

Há dias , meio sonolento, ouvia um anúncio televisivo de um produto qualquer em que realçavam o seu poder anti- oxidante e o benefício para a saúde. Como já não creio muito em tais anúncios resolvi explorar o tema . Na realidade garantir ao organismo uma barreira que o proteja contra a agressividade dos factores externos que provocam infecções ou inflamações, pode ser obtida com os anti-oxidantes que combatem os radicais livres. Os radicais livres são elementos destruidores da estrutura das células, levando ao aparecimento de doenças degenerativas e ao envelhecimento precoce. Os radicais livres são produzidos no decorrer do processo respiratório e, em quantidades normais, têm uma acção benéfica anti-bacteriana e anti-vírica. O mal vem da poluição , do stress, do tabagismo e sedentarismo que contribuem para um aumento exagerado destes radicais livres.Uma alimentação rica em gorduras,açúcar e álcool ou pobre em vitaminas e minerais, dão também origem ao excesso de radicais livres. O mesmo acontece quando se praticam exercícios físicos exagerados dado que há grande consumo de oxigénio pelo corpo.Este excesso danifica as células saudáveis e aumenta o risco de desenvolvimento de doenças crónicas como atenoesclerose, hipertensão,diabetes, Alzheimer,cancro, Parkinson,artrite ,etc. Os anti-oxidantes são moléculas químicas capazes de neutralizar os radicais livres e podem ser encontrados nas frutas, legumes ,hortaliças e cereais integrais. De seguida apresentamos um quadro elucidativo de onde encontrar naturalmente anti-oxidantes.


A ingestão destes alimentos pode não ser suficiente se o sedentarismo e uma alimentação desequilibrada estiverem presentes. Na procura de uma melhor qualidade de vida, muitas pessoas gastam dinheiro em suplementos vitamínicos e minerais , sem terem em conta as suas necessidades pessoais,copiando o que fazem os amigos, sem uma orientação profissional específica. Aqui fica um aviso: cuidado com os anúncios da televisão e revistas; antes de comprar um produto farmo-químico ou iniciar um regime alimentar especial, consulte um médico nutricionista. Aquilo que funcionou com o seu amigo pode não estar indicado para si e provocar efeitos colaterais. O melhor é comer ,diariamente,um pouco dos alimentos mostrados abaixo e pôr de lado os doces e a comida de plástico pré-fabricada.poupa na farmácia, no ginásio, no médico e viverá melhor.

13.10.08

O CITROEN 2 cavalos

A ideia de André Citroen construir um pequeno veículo motorizado, acessível a todas as bolsas, para substituir os usuais cavalos e carroças,nasceu em 1934. Era a consequência de ser um admirador de Henry Ford que, anos antes, tinha inventado a linha de montagem para fabricar o célebre Ford T , nos Estados Unidos. O citroen dois cavalos, inicialmente designado TPV,foi construído em alumínio e magnésio, materiais leves e baratos, tendo sofrido várias modificações até surgir ao público no Salão Automóvel de Paris em 1948, já depois da 2ª Guerra Mundial. A motorização era inovadora : um motor de dois cilindros horizontais, arrefecido a ar e sem motor de arranque, já que este se fazia com uma manivela exterior,como se pode ver na figura. A tracção era já feita nas rodas dianteiras, mas não possuía velocímetro ou conta quilómetros. A carroçaria em chapa ondulada muito fina, tinha um único farol e as portas abriam-se por dentro, depois de levantar, à mão ,o meio vidro da janela.O tejadilho em lona podia ser aberto enrolando-o para trás. Como o logo-tipo era um cisne, foi apelidado de patinho feio . O pai deste primitivo modelo foi Pierre-Joules Boulanger que, nos inícios dos anos 30, elaborou um caderno de encargos para uma viatura mecanizada capaz de transportar dois agricultores e 100 Kg de carga, a uma velocidade de 60 quilómetros, sem partir um ovo ,pelas lamacentas e esburacadas estradas rurais de França. O consumo teria que ser de apenas 3 litros de gasolina aos 100 Kms.No início da guerra (1939) existiam alguns exemplares experimentais que, devido á ocupação alemã,foram destruídos e uma meia dúzia enterrados em locais secretos. Findo o conflito armado a Citroen retomou o projecto com uma carroçaria redesenhada por Flamínio Bertoni. O "lata de sardinhas", do salão de Paris de 1948 ,caiu no gosto dos franceses de menos recursos financeiros e acabou por conquistar outros países dada a sua simplicidade e poucos acessórios, embora já com velocímetro, motor de arranque e abertura exterior de portas. (ver figura 2) Renovado em 1960, o 2 CV nunca mudou muito durante os 42 anos de produção.. As maiores modificações foram o redesenho da frente, a terceira janela lateral, dois farois dianteiros e o aumento da cilindrada para 602 cc, em 1970 . Foram ainda fabricadas algumas variantes como o Mèhari ( carroçaria em fibra de vidro) e a Dyane que não tiveram grande aceitação. O último veículo saiu da Fábrica portuguesa de Mangualde em 27 de Julho de 1990, tendo sido produzidos mais de 3 milhões de unidades. A última foto mostra esse modelo final do dois cavalos que deixou , por todo o mundo, inúmeros apaixonados agora organizados em clubes, que fazem encontros regulares tal como acontec com o "carocha" da WW.Compare-se este modelo de farois quadrados que voltaram a ser redondos nos últimos carros fabricados, com o original de antes da guerra e veremos que as linhas gerais ainda se podem observar passados tantos anos .

n

9.10.08

CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL

Sobe e desce o preço do crude mas o dos combustíveis que usamos, quer em casa quer no carro, não varia igualmente. Este diferencial de preços pode ter muitas explicações, desde a especulação oportunista até á economia global , mas o que todos os consumidores dizem é que é necessário um substituto para os combustíveis fósseis e que a motorização dos automóveis tem que ser diferente. A modificação dos automóveis começou,em 1996, quando a General Motors colocou á venda , na Califórnia, o seu EV-1, um modelo eléctrico produzido em série.Foram construídas 1.000 unidades que eram entregues aos clientes sob a forma de aluguer, a 300 dólares mensais. Sem explicações , a GM recolheu os carros no fim do aluguer e colocou um ponto final no projecto. Que se passou ? Falta de lugares públicos para recarregar as baterias ou pressões dos produtores de petróleo? Alguns construtores já se viraram para motores híbridos de gasolina e electricidade mas Larry Burns, responsável pela área de pesquisa da GM, afirma : É essencial reduzir, quase na totalidade, a dependência do petróleo. O caminho é a célula de combustível e os sistemas que desenvolvemos são totalmente funcionais e fiáveis. Protótipos como o Sequel que funciona com uma célula de combustível e três motores eléctricos, só não são acessíveis pelo preço, por enquanto .Mas o que é uma CÉLULA DE COMBUSTÍVEL ? Basicamente é uma bateria em que é consumido um combustível , normalmente hidrogénio puro, sendo libertada energia e em que os elementos que compõem o sistema não se gastam como acontece nas baterias normais. São altamente eficientes, pouco poluentes, tendo como desvantagem o seu alto custo de fabrico. Tentaremos descrever uma célula em que o combustível é o hidrogénio, o oxigénio o oxidante e o produto final vapor de água. Vamos socorrer-nos de uma figura encontrada em vários sites sobre o tema. Como qualquer bateria possui dois eléctrodos ,os vulgares cátodo(-) e ânodo(+) e um electrólito para movimentação dos electrões. Como acelerador das reacções electroquímicas existe um catalisador. O hidrogénio gasoso (puro) que é introduzido na célula, ao ficar em contacto com o catalisador de platina, é oxidado e desta reacção resultam 2 protões e 2 electrões, por cada molécula de hidrogénio. Os electrões assim produzidos ( representados na figura por pequeninas bolas sem cor) são transportados ,sob a forma de corrente eléctrica contínua , por um circuito eléctrico onde realizam um trabalho( representado pela lâmpada acesa ). Por sua vez, os protões ( representados pelo sinal + ) são deslocados do ânodo para o cátodo, através do electrólito. Chegados ao cátodo reagem com o oxigénio dando, como produto final, vapor de água e calor. A escolha do electrólito é importante pois este, para além de uma espessura reduzida só deve deixar passar electrões num sentido ( os protões no outro) e não outras substâncias.. Associando, em série, várias células podemos obter potências que variam dos miliwatts aos megawatts. Consoante as necessidades, há vários tipos de células de combustível que resumiremos sem entrar em detalhe, por terem funcionamento análogo.Células de combustível com membrana de permuta protónica CCMPPCélulas de combustível alcalinas CCA ; células de combustível de ácido fosfórico CCAF: células de combustível de carbonato fundido CCCF e células de combustível de óxido sólido CCOS. As vantagens das células de combustível de hidrogénio são as seguintes : 1º- convertem mais de 90% da energia contida no combustível em electricidade e calor. 2º- a central de produção de energia pode situar-se junto do posto de consumo, não havendo perdas nem custos no transporte. 3º- o calor gerado pode ser aproveitado para outros fins. 4º-Não havendo partes móveis as avarias são mínimas. 5º- poluição quase nula . Como desvantagens teremos : a necessidade de usar metais nobres como a platina que é rara e muito cara; a necessidade de usar hidrogénio puro com problemas associados de armazenamento e transporte. Na década de 1990 as células de combustível para meios de transporte eram do tipo CCMPP . A figura mostra um autocarro com um sistema de 120 KW, utilizando o hidrogénio como combustível.

Em Novembro de 2000, a Daimler-Chrysler criou um automóvel que usa o metanol líquido como fonte de hidrogénio, pois é mais fácil de armazenar que o hidrogénio. Independentemente da escolha do combustível (hidrogénio, metanol, metano ou etano ) as células de combustível representam a solução do futuro. As desvantagens atrás apontadas estão sendo, a pouco e pouco, ultrapassadas com o aparecimento de novas membranas de troca iónica, melhores catalisadores e melhores desenhos de células. Há contudo problemas de difícil solução ,senão vejamos : O hidrogénio livre não existe neste planeta de modo que para obtê-lo há que partir moléculas que o contenham e, para tal, há consumo de energia. Os catalisadores ajudarão a reduzir essa energia, mas haverá sempre perda de energia. A maior parte do hidrogénio molecular ,hoje produzido, é obtido a partir do gás natural e, desta forma, não podemos fugir á dependência dos hidrocarbonetos não renováveis. Este gás( metano) é tratado com vapor de água para quebrar as suas moléculas e obter hidrogénio e neste processo há, globalmente, 60% de perdas de energia. Também o preço deste hidrogénio está dependente das variações de preço do gás natural. Fazer a quebra da molécula de água (H2O) , por electrólise , para obter hidrogénio é fácil e há água por todo o lado ,só que a quantidade de energia para tal é ainda maior que a do gás. Pode-se alegar que a energia eólica ou a solar proporcionariam essa energia mas não esqueçamos que a energia exigida para produzir 1 terawatt de hidrogénio é 1,3 terawtt de electricidade, logo pouco rentável. Também teríamos de ter em conta o preço da água para a electrólise da mesma ou o preço de energia obtido por central nuclear se fosse esse o caminho seguido. Mas há mais.... o hidrogénio liquefeito exige um reservatório quatro vezes maior que o de gasolina e transportar uma quantidade de hidrogénio com a energia equivalente para um posto de abastecimento exigiria 21 vezes mais auto-tanques. Tudo custos a ter em conta!. O hidrogénio comprimido ou liquefeito apresenta problemas que lhe são inerentes e sempre á custa de energia e de custos adicionais. Um outro aspecto a ter em conta é que sendo o hidrogénio o elemento mais simples ,pode escapar de qualquer contentor por mais perfeito que seja na vedação e em armazenagem evaporará á taxa de 1,6 % por dia, daí não pode ser estacionado um veículo destes em garagem, nem ao sol e, como se não bastasse, ele atravessa metais ,tornando-os quebradiços. Além de 10 vezes mais inflamável que a gasolina , arde sem chama visível. Não será preciso dizer mais para se ver o perigo em que nos metíamos. Como notícia de última hora, temos a FORD a fazer testes, neste mês de Outubro de 2008. A viatura combina uma célula de combustivel com motores eléctricos alimentados por baterias de iões de lítio. Tem o mérito de ser o primeiro híbrido do mundo a ser conduzido normalmente na via pública e pode recarregar as baterias através de uma tomada eléctrica das nossas casas. As baterias permitem andar cerca de 40 Kms com a sua energia acumulada., entrando em funcionamento automático a célula de combustível o que lhe permite fazer mais 320 Kms. O depósito de hidrogénio é de 4,5 Kg á pressão de 350 bar. Para percursos pequenos citadinos nunca é necessário usar o hidrogénio recarregando as baterias a cada 30 Kms percorridos.


( veículo da FORD a que nos referimos no texto e em testes de circulação)

4.10.08

B U D I S M O

Como já aconteceu com o Hinduísmo, é difícil para os ocidentais compreender esta doutrina como uma religião, pois não existe um Deus criador; talvez seja mais um caminho de crescimento . O Budismo foi fundado na Índia, 600 anos antes de Cristo, por um rico príncipe chamado Sidharta que, aos 29 anos de idade, teve quatro visões . Pelas visões do envelhecimento, doença e morte tomou conhecimento do inexorável caminho que é a vida humana. Numa quarta visão um eremita revelou-lhe o meio de alcançar a paz interior. Deixando a sua fortuna e família partiu em busca da verdade . Depois de seis anos de vida ascesta compreeendeu que não era pela auto-mortificação do corpo , nem pela auto-indulgência que devia seguir. Um caminho intermédio levou-o, aos 35 anos, á iluminação ou sabedoria, passando a ser chamado Buda Sakyamuni que significa sábio do clã Sakya. Como afirmámos no início , Buda não é um deus, apenas um humano que alcançou a iluminação pela prática da compreensão da verdade suprema do Universo e a visão profunda dos caminhos da vida humana. Durante 45 anos ,Buda Sakyamuni viajou com os seus discípulos por toda a Índia encarnando todas as virtudes que pregava,traduzindo em acções as suas palavras.Após a sua morte, aos oitenta anos de idade, realizou-se o 1º Concílio Budista afim de escrever os ensinamentos de Buda. A esta compilação dá-se o nome de Dharma e ao conjunto dos praticantes do budismo Sangha. O Buda, a Dharma e o Sangha são as três joias da doutrina. Chegados a este ponto vejamos, em síntese, quais sãos os objectivos do Budismo : como todos os seres procuram a felicidade, esta doutrina deve permitir aos homens alcançar a serenidade e a paz,isto é, o "estado de Buda ". Para tal o homem não deve cometer acções negativas, ter mestria sobre o espírito ,realizar acções positivas, respeitar todas as formas de vida e nunca cometer a violência.

Os princípios fundamentais do budismo são o Karma e o Renascimento. O Karma pode definir-se como a acção física, verbal ou mental, realizada com intenção e que se traduz em karmas positivos ou negativos. O renascimento é a tomada de consciência da sucessão ilimitada de vidas até se atingir a iluminação. É assim que, de um estádio de imperfeição para um de iluminação teremos : Seres do Inferno, Pretas(espíritos famintos), Animais, Humanos, Asuras (semi-deuses)e Devas ( deuses). O renascimento em formas inferiores ou superiores depende do karma praticado em vidas anteriores. O estado de nirvana será atingido quando se for capaz de sair do ciclo de morte e renascimento, isto é, da reencarnação . Há várias correntes de Budismo, umas em ascenção outras em queda total e, por estranho que pareça, esta filosofia de vida está a perder adeptos na Índia, zona onde surgiu.

Arquivo do blogue